(1703-1758)

AS RESOLUÇÕES DE

Jonathan Edwards

(1722-1723)

Estando ciente de que sou incapaz de fazer qualquer coisa sem a ajuda de Deus, humildemente Lhe rogo que, através de sua graça, me capacite a cumprir fielmente estas resoluções, enquanto elas estiverem dentro da Sua vontade, em nome de Jesus Cristo. Lembrarei de lê-las uma vez por semana.

  1. RESOLVI que farei tudo aquilo que seja para a maior glória de Deus e para o meu próprio bem, proveito e agrado, durante todo tempo de minha peregrinação, sem nunca levar em consideração o tempo que isso exigirá de mim, seja agora ou pela eternidade fora. Resolvi que farei tudo o que sentir ser o meu dever e que traga benefícios para a humanidade em geral, não importando quantas ou quão grandes sejam as dificuldades que venha a enfrentar.  

  2. Resolvi permanecer na busca contínua de novas maneiras para poder promover as resoluções acima mencionadas.

  3. Resolvido a arrepender-me, caso eu um dia me torne menos responsável no tocante a estas resoluções, negligenciando uma ínfima parte de qualquer uma delas e confessar cada falha individualmente assim que cair em mim.

  4. Resolvi, também, nunca negar alguma maneira ou coisa menos ou mais difícil, seja no corpo ou na alma que leve à Glorificação de Deus; também não sofrê-la se tiver como evitá-la.

  5. RESOLVI jamais desperdiçar um só momento do meu tempo; pelo contrário, sempre buscarei formas de torná-lo o mais proveitoso possível.

  6. Resolvi viver usando todas minhas forças enquanto viver.

  7. RESOLVI jamais fazer alguma coisa que eu não faria, se soubesse que estava vivendo a última hora da minha vida.

  8. Resolvi ser a todos os níveis, tanto no falar como no fazer, como se não houvesse ninguém mais vil que eu sobre a terra, como se eu próprio houvesse cometido os mesmos pecados ou apenas sofresse das mesmas debilidades e falhas que todos os outros sofrem; também, nunca permitirei que o tomar conhecimento dos pecados dos outros me venha trazer algo mais que vergonha sobre mim mesmo e uma oportunidade de poder confessar meus próprios pecados e miséria diante Deus.

  9. Resolvi pensar e meditar bastante e em todas as ocasiões sobre minha própria morte e sobre circunstâncias relacionadas com a morte.

  10. Resolvi, sempre que experimentar e sentir dor, relacioná-la com as dores do martírio e também do inferno.

  11. Resolvi que sempre que pense em qualquer enigma sobre a salvação divina, fazer de tudo imediatamente para resolvê-lo e entendê-lo, caso nenhuma circunstância me impeça de fazê-lo.

  12. Resolvi, assim que sentir um mínimo de gratificação ou deleite de orgulho ou de vaidade por causa disso, eliminá-lo de imediato.

  13. Resolvi nunca cessar de buscar meios apropriados para a prática da caridade e liberalidade.

  14. Resolvi nunca fazer algo em forma de vingança.

  15. Resolvi não sofrer nenhuma das mais pequenas manifestações de ira vinda de seres irracionais.

  16. Resolvi nunca falar mal de ninguém, de forma tal que afecte a honra da pessoa em questão, nem para mais nem para menos, sob nenhum pretexto ou circunstância, a não ser que possa promover algum bem e que possa trazer um benefício real.

  17. Resolvi viver como desejaria, no meu último suspiro, ter vivido a minha vida.

  18. Resolvi viver de tal forma a toda a hora, como vivo dentro dos meus melhores padrões de santidade privada e daqueles momentos que tenho maior clarividência sobre o conteúdo do evangelho e da percepção do mundo vindouro.

  19. Resolvi nunca fazer algo de que tenha receio de fazer uma hora antes de soar a última trombeta.

  20. Resolvi manter a mais restrita temperança no comer e no beber.

  21. Resolvi nunca fazer algo que possa ser visto como justa ocasião para desprezar ou mesmo pensar mal de alguém em quem veja algum mal.

(Resoluções 1 a 21 foram escritas em New Haven em 1722)

  1. Resolvi esforçar-me para obter para mim mesmo todo bem possível do mundo vindouro, tudo quanto me seja possível alcançar de lá, com todo o meu vigor em Deus – poder, vigor, veemência, violência interior mesmo, tudo quanto me seja possível aplicar e exercer sobre mim de qualquer maneira que me seja possível pensar e aperceber-me.

  2. Resolvi tomar acção deliberada e imediata sempre que possa fazer algo para a glória de Deus e, sempre que possa, descobrir os motivos e intenções, o seu desígnio e a finalidade com que faço. Caso eu descubra, também, que em nada servirá a glória de Deus exclusivamente, repudiarei tal coisa e a terei como uma evidente quebra da resolução nr.4.

  3. Resolvi que, sempre que cair na tentação de um caminho de concupiscência e mau, voltar atrás e achar a origem dessa acção em mim, tudo quanto origina em mim tal coisa. Depois, encetar por uma via cuidadosa e precisa de nunca mais tornar a fazer o mesmo e de orar e lutar em oração e com todas as minhas forças contra as origens de tais ocorrências.

  4. Resolvi examinar sempre cuidadosamente e de forma constante e precisa, qual a coisa em mim que causa a mínima dúvida sobre o amor de Deus para direccionar todas as minhas forças contra tal origem.

  5. Resolvi abater com precisão meticulosa tais coisas que possam abater a minha segurança.

  6. Resolvi nunca omitir nada de livre vontade, (a menos que essa omissão traga glória a Deus); irei, então e com frequência, rever todas as minhas omissões.

  7. Resolvi estudar as Escrituras de tal modo firme, preciso, constante e frequente que me seja tornado possível e que me aperceba de forma inequívoca que estou crescendo no conhecimento real da Palavra de Deus.

  8. Resolvi nunca ter como uma oração ou petição, nem permitir que passe por oração, algo que seja feito de tal maneira ou sob tais circunstâncias que eu não ache que Deus me pode atender. Também não aceitarei como confissão algo que Deus não possa aceitar como tal.

  9. Resolvi extenuar-me e esforçar-me ao máximo de minhas capacidades para, a cada semana, ser levado a um patamar mais real de meu exercício religioso, um patamar mais elevado de graça e aceitação em Deus, do que tive na semana anterior.

  10. Resolvi nunca dizer nada que seja contra alguém, excepto quando tal coisa se ache de pleno acordo com a mais elevada honorabilidade evangélica e amor de Deus para com a sua humanidade, também de pleno acordo com o grau mais elevado de humildade e sensibilidade sobre meus próprios erros e falhas e de pleno acordo com a regra celestial; e, sempre que disser qualquer coisa contra alguém, colocar isso mesmo mediante a luz desta resolução convictamente.

  11. Resolvi que deverei ser de tal confiança até para mim mesmo, que este provérbio não se torne nem um pouco verdadeiro a meu respeito, o qual diz: “Mas, o homem fiel, quem o achará?” Prov.20:6.

  12. Resolvi, fazer tudo que me seja possível para tornar a paz acessível, possível de manter, de estabelecer, sempre que tal coisa nunca possa interferir ou inferir contra outros valores maiores e de maior importância. (Dez.26, 1722)

  13. Resoluto a nunca dizer algo que não seja inquestionavelmente verídico e realmente verdade.

  14. Resolvi que, sempre que me puser a questionar se cumpri todo meu dever e se a minha serenidade e paz de espírito estiverem ligeiramente perturbadas acerca disso, resolva logo o caso diante de Deus e depois verificar de que modo o problema foi resolvido. (Dez.18, 1722)

  15. Resoluto a nunca dizer nada de mal sobre ninguém que seja, a menos que algum bem possa surgir disso. (Dez.19, 1722)

  16. Resolvi inquirir todas as noites, ao deitar-me, onde e em quais circunstancias fui negligente, que pecados cometi e onde me pude negar a mim mesmo. Também farei o mesmo no fim de cada ano, mês e semana. (Dez.22 e 26, 1722).

  17. Resolvi nunca mais dizer nada que seja ridículo, seja uma forma de piada ou de gracinha sobre o dia do Senhor. (Noite de Sábado, Dez.23, 1722).

  18. Resolvi nunca fazer nada enquanto esteja questionando se está em conformidade com a lei de Deus ou não, para que eu possa, mais tarde, verificar por mim se me é licito fazê-lo ou não. Só não farei assim se deixar de ser necessário questionar.

  19. Resolvi inquirir cada noite de minha existência, antes de adormecer, se fiz as coisas da maneira mais aceitável que eu poderia ter feito, em relação a comer e beber. (Jan.7,1723).

  20. Resolvi inquirir de mim mesmo no final de cada dia, de cada semana, mês e ano, onde e em que áreas poderia haver feito melhor e mais eficazmente. (Jan.11,1723).

  21. Resolvi que, com frequência renovarei o meu voto de dedicação de mim mesmo a Deus, o mesmo voto que fiz em meu baptismo, o qual fiz também quando fui recebido na comunhão da igreja e o qual reassumo neste dia 12 de Janeiro de 1723.

  22. Resolvi que a partir daqui, até que eu morra, nunca mais agirei como me pertencendo a mim mesmo, mas inteiramente e sobejamente pertencendo a Deus, como se cada momento de minha vida fosse um normal dia de culto a Deus. Sábado, 12 de Janeiro de 1723.

  23. Resolvido que nenhuma área desta vida terá qualquer influencia sobre qualquer de minhas acções; apenas a vivência com Deus. E que, também, nenhuma acção ou circunstância que seja distinta da religião seja a que me leve a concretizar. (Jan.12, 1723).

  24. Resoluto também a que, nenhum prazer ou deleite, dor, alegria ou tristeza, nenhuma afeição natural, nem nenhuma das suas circunstâncias co-relacionadas, me seja permitido a não ser aquilo que promova a piedade. (Jan.12 e 13 de 1723).

  25. Resolvi nunca mais permitir qualquer medida de qualquer forma de inquietude e falta de à-vontade diante de minha mãe e pai. Resolvi nunca mais sofrer qualquer de seus efeitos de vergonha, muito menos alterações de minha voz, motivos e nem no meu olhar e de ser especialmente vigilante acerca dessas coisas quando relacionadas com alguém de minha família.

  26. Resolvido a encetar tudo ao meu alcance para me negar tudo quanto não seja simplesmente disposto e de acordo com uma paz benévola, universalmente doce e meiga, repleta de quietude, hábil, contente e satisfeita em si mesma, generosa, real, verdadeira, simples e fácil, cheia de compaixão, industriosa e empreendedora, cheia de caridade real, equilibrada, que perdoa, impulsionada através de um temperamento sincero e transparente; e também farei tudo quanto tal temperança e temperamento me levar a fazer. Examinarei e serei severo e acutilante nesse exame cada semana para verificar se assim agi. Sábado de manhã, 5 Maio de 1723.

  27. Resolvido a, constantemente e através da mais acutilante beleza de carácter, empreender um escrutínio e exame meticuloso e muito severo, para constatar e olhar qual o estado real de toda a minha alma, verificando por mim mesmo se realmente mantenho um interesse genuíno e puro por Cristo; e que, quando eu morrer não tenha nada de que me arrepender a respeito de negligencias deste tipo. (Maio 26, 1723).

  28. Resoluto a que tal coisa (de não ter afecto por Cristo) nunca aconteça, se eu a puder evitar de alguma maneira.

  29. Resolvi que, sempre agirei de tal maneira e julgarei e pensarei como o faria no mundo vindouro. 5 De Julho, 1723.

  30. Resolvi que, agirei de tal forma em todos os sentidos, como desejaria haver feito se me achasse numa situação de condenação eterna. (8 de Julho, 1723).

  31. Eu, com muita frequência, ouço pessoas de uma idade avançada falarem como iriam viver as suas vidas de novo caso lhes fosse dada uma segunda oportunidade de a tornarem a viver. Eu resolvi viver a minha vida agora de tal maneira como se eu estivesse pensando como eles pensariam, como se fosse de idade avançada. (8 De Julho, 1723).

  32. Resolvi aproveitar e usar cada oportunidade, sempre que me possa achar num estado de espírito sadio, alegre e realizado, para me lançar sobre o Senhor Jesus numa reentrega também, para confiar nele, consagrando-me a mim mesmo inteiramente a ele também nesse estado de espírito; que a partir dali eu possa experimentar que estou seguro e assegurado, sabendo que persisto confiando no meu Redentor mesmo assim. (8 De Julho, 1723).

  33. Sempre que ouvir falar algo sobre alguém que seja digno de louvor e dignificante e o possa ser em mim também, resolvi fazer tudo para conseguir o mesmo. (8 De Julho, 1723).

  34. Resolvi fazer tudo como o faria caso já tivesse visto toda a felicidade celestial e todos os tormentos do inferno. (8 De Julho, 1723).

  35. Resolvi nunca desistir de vencer por completo qualquer coisa corrupta que ainda possa existir em mim, nem de tornar-me permissivo em relação ao mínimo de suas aparências e sinais, nem tão pouco me desmotivar sempre que ainda não tenha obtido sucesso nessa luta.

  36. Resolvi que, quando eu estiver num estado de espírito de temer adversidades ou maus momentos, irei examinar-me a ver se tal não se deve a: não ter cumprido todo meu dever e cumprir a partir de então; e permitir que tudo o mais em minha vida seja entregue à providencia de Deus para que eu possa apenas estar e permanecer inteiramente absorvido e envolvido com meu dever e meu pecado diante de Deus e homens. (9 De Junho e 13 de Julho, 1723).

  37. Resolvido a não apenas extinguir em conversação qualquer ar leve ou suspeita de antipatia dentro de mim, simpatia fingida que encobre meu estado de espírito e impaciência, mas também e antes poder exprimir um verdadeiro estado de amor, alegria e bondade em todos os meus aspectos da minha vivência. (27 De Maio e 13 De Julho, 1723).

  38. Resoluto a que, sempre que me achar consciente de provocações de má natureza e de mau espírito, que me esforçarei para antes evidenciar o oposto disso mesmo, em boa natureza e em maneiras; sim, que em tempos tal qual esses, manifestar a boa natureza de Deus, achando, no entanto, que em algumas circunstancias tal comportamento me traga desvantagens e que, também, em algumas outras circunstancias, seja mesmo imprudente agir assim. (12 De Maio, 2 e 13 de Julho).

  39. Resolvi que, sempre que meus próprios sentimentos comecem a parecer minimamente desordenados, sempre que me tornar consciente da mais ligeira inquietude interior, ou a mínima irregularidade exterior, me submeterei de pronto à mais estrita e minuciosa examinação e avaliação pessoal. (4 e 13 de Julho, 1723).

  40. Resolvido a que falta de predisposição que não está sujeita a Deus nunca me torne relaxado nas coisas de Deus e que nunca consiga retirar a minha atenção de estar plenamente fixada e afixada só em Deus, exista a desculpa que existir para me tentar; as desculpas são quando a predisposição me diz que aquilo que estou achando ou sentindo fazer é o melhor, etc... (21 De Maio e 13 de Julho, 1723).

  41. Resolvido a nunca fazer nada a não ser como dever; e, depois, de acordo com Ef.6:6-8, fazer tudo voluntariosamente e alegremente como que para o Senhor e nunca para homem; “Sabendo que cada um, seja escravo, seja livre, receberá do Senhor todo bem que fizer”. (25 De Junho, 13 de Julho 1723).

  42. Supondo que nunca existiu nenhum individuo neste mundo, em nenhuma época do tempo, que nunca haja vivido uma vida cristã perfeita a todos os níveis, tendo o Cristianismo brilhando em todo seu esplendor mesmo olhando para essa essa vida a partir de qualquer ângulo e sob qualquer pressão, eu resolvi ser esse mesmo ser a viver essa vida, mesmo que tenha de me esforçar no máximo de todas as minhas capacidades inerentes e mesmo que fosse o único em meu tempo. (14 De Janeiro e 3 de Julho 1723).

  43. Resolvi que quando experimentar em mim aqueles “gemidos inexprimíveis”, Rom.8:26, os quais o Apóstolo menciona e dos quais o Salmista descreve como, “A minha alma se consome de anelos por tuas ordenanças a todo o tempo”, Sal.119:20, que os promoverei também com todo vigor existente em mim e que não me “cansarei” (Is.40:31) no esforço de dar liberdade aos meus desejos tornados profundos nem me cansarei de repetir esses mesmos pedidos e gemidos em mim, nem de o fazer numa seriedade contínua. (23 De Julho e 10 de Agosto 1723).

  44. Resolvi que, me exercitarei durante toda a minha vida, com toda a franqueza que é possível, a sempre declarar meus caminhos a Deus e abrir toda a minha alma a Ele sobre todos os meus pecados, tentações, dificuldades, tristezas, medos, esperanças, desejos e toda outra coisa sob qualquer circunstância. Tal como o Dr. Manton dice em seu sermão nr.27, baseado no Sal.119. (26 De Julho e 10 de Agosto, 1723).   

  45. Resolvi que, sempre me esforçarei para manter e revelar todo o lado benigno em todo o meu semblante e modo de falar em todas as circunstâncias de toda a minha vida e em qualquer tipo de companhia, a menos que o dever de ser diferente exija de mim que seja de outra maneira.

  46. Resolvi que, depois de situações aflitivas, avaliarei em que aspectos me tornei diferente por elas, em quais aspectos melhorei meu ser e que bem me adveio através delas.

  47. Resolvi confessar abertamente tudo aquilo em que me acho enfermo ou em pecado e também confessar todos os casos abertamente diante de Deus e implorar a necessária condescendência e ajuda dele até nos aspectos religiosos. (23 de Julho e 10 de Agosto, 1723).

  48. Resoluto a fazer tudo aquilo que, vendo outros fazerem, eu possa haver desejado ter sido eu a fazê-lo. (11 De Agosto, 1723).

  49. Que haja sempre algo de benevolente toda vez que me expresse em palavra. (17 De Agosto, 1723).

 

Apesar da sua biografia apresentar contrastes dramáticos, estas são, na realidade, apenas algumas facetas diferentes de uma afinidade com um Deus SOBERANO. Assim, Jonathan Edwards tanto pregava sermões vívidos sobre o fogo do inferno, quanto se expressava em poesia e de forma lírica em suas apreciações sobre a natureza, pois o Deus que criou o mundo em toda a sua beleza, também é perfeito em sua santidade. Edwards combinava o exercício mental e intelectual de um gigante com piedade quase infantil, pois ele percebia Deus tanto como infinitamente complexo quanto como maravilhosamente simples. Na sua igreja em Northampton, sua consistente exaltação da majestade divina gerou muitas reacções diferentes — primeiro ele foi exaltado como grande líder e, em seguida, foi demitido do seu púlpito. Edwards sustentava a doutrina de que o Deus omnipotente exigia arrependimento e fé das suas criaturas humanas; por isso, ele proclamava tanto a absoluta soberania de Deus quanto as urgentes responsabilidades dos homens.

 

Tradução de José Mateus
zemateus@msn.com