TUDO NA LUZ
"Mas todas estas coisas, se manifestam pela luz, pois tudo o que se manifesta é luz", Ef. 5:13

Nós todos nos sentimos mal quando pecamos e não gostamos de manifestar nosso pecado a ninguém. Daí que quando se peca somos como Adão e Eva, escondendo nossas vergonhas por trás das folhas arranjadas à pressa, tão depressa que nada cobrem. As pessoas em pecado têm sempre pressa em encobrir e por isso dão sempre nas vistas durante a busca de folhas para encobrir. Mas será que devemos ter assim tanta vergonha de nossos pecados? É obvio que todo pecado é coisa de se ter muita vergonha. Mas se não for manifesto pela luz nunca será luz. Logo a tentação existe de nos acanharmos perante Deus. Se o pecado ao menos fosse falado, se ele apenas fosse explicado, repreendido, logo não seria manifesto com aquela Luz que tudo danifica e expõe. Quando é Deus que revela, quando é Ele quem manifesta, as coisas mais vergonhosas se tornam ainda mais e buscamos as folhas para encobrir, porque vemos as coisas como Deus as vê de cima. Logo descobrimos que é uma luta grande, um dilema enorme, mantermo-nos na luz de Deus, pois é muito incómodo, desagradável mesmo. Mas será que compensa, será que vale a pena correr aquele risco de nos escondermos diante de quem tudo revela, porque tudo vê mesmo quando tudo se esconde em qualquer profundeza? Mas se tivermos a audácia de voluntariosamente revelar tudo aquilo que não está encoberto sequer, se tudo expormos naquela luz demolidora, logo temos a segurança de que tudo o que está manifesto é luz e deixou de ser pecado. Pecado exposto deixa de ser pecado, pois extingue-se logo. Algo que é luz, algo que era pecaminoso, estando exposto na luz de Deus e nunca noutra, logo deixa de ser pecaminoso porque morre e a tendência é nunca mais existir.

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José Mateus
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